Nada de mais. Nada mudou. Mais um, menos um. A diferença é a referência. Pode me chamar de apenas um outro velho rabugento com cada vez menos senso de humor. Não quero nada. Quero sossego. Quero meu canto sem falsas promessas, sem mentiras e sem pseudo-verdades. Disso eu me livrei e faço questão de não voltar atrás. Quero minhas coisas do jeito que são, sem ninguém meter o dedo, dar opinião que não foi pedida e ainda conseguir me ensinar algo mais. Queria ter mais tempo para deixar passar, para jogar conversa fora, para fazer nada na frente da tv sem me preocupar com essa ou aquela conta para pagar. Não queria nada de mais. Não preciso de nada de mais.
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