03.05.2006
um passo de cada vez. esperar cansa e cansa e cansa. é impossível deitar tranqüilo, dormir tranqüilo e acordar depois de mais um ano, ou menos um ano, quando a gente imagina que tem uma vida toda pela frente. melancólico e feliz. animado e preocupado. velho com cara de menino. e pronto pra dar um chute seco e ardido no friozinho de uma manhã de outono em quem aparecer na minha frente...
e merecer, claro.
a felicidade está nas pequenas coisas. ó, grande merda. pra quê um bolo de dinheiro se uma folha de cheque pode valer muito mais que o conteúdo fedido de uma mala preta? é, liberdade mentirosa e assustadora de gente grande.
talvez o próximo post seja sobre a hipocrisia do modo automático dos parabéns de quem pouco se importa com qualquer coisa que não seja o próprio nariz remelento.
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