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31 de out. de 2005

Adoráveis mulheres

"Não se nasce mulher: torna-se mulher."
Simone de Beauvoir, em "O Segundo Sexo", de 1949.


Muito aconteceu desde que se começou a falar sobre feminismo e direitos iguais, no dia 8 de março de 1857. A mulher, a cada dia, conquista novos degraus nas sociedades de várias partes do mundo. Pode ser como a prestativa e organizada dona de casa ou a altiva e competente executiva de uma grande empresa. A mulher mostrou ao mundo que é mais do que capaz de alcançar todos os objetivos a que se propõe e continuar esbanjando sua feminilidade. Exemplos a quem duvidar, temos aos montes. Madre Paulina, Maria Bonita, Chiquinha Gonzaga, Clarice Lispector, Tarsila do Amaral, Cecília Meireles, Leila Diniz, Carmem Miranda, Marta Rocha, Bibi Ferreira, Sonia Braga, Hebe Camargo, Gisele Bündchen... Poderíamos citar dezenas, centenas delas, além do nosso próprio nome, claro.

Nossos queridos homens podem dizer que somos um mundo de adjetivos. Podem dizer que somos vaidosas, perigosas, cuidadosas, sedutoras, vingativas e fatais. Podem dizer que somos mães, esposas, irmãs, preocupadas, amorosas, sensíveis, delicadas. Podem dizer que somos fortes, confiantes, seguras, determinadas. Cá entre nós, estariam todos certos. O que somos é femininas, somos nós mesmas e é assim que queremos ser. Cada uma à sua maneira, somos todas adoráveis mulheres.

ps. vai ser mulher assim na pqp. hah

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