•linx•

w.c.


gis


sugarfight


bru


só aborrecimento


dubem


mansized





•me•

orkut


mail


last.fm

fiz



•então•

lensjockey


porta curtas


take-a-coffee




x ••• x ••• x









 

14 de nov. de 2002

O sil�ncio que v� para a casa do sil�ncio

Eu gosto de barulho. N�o suporto ficar muito tempo em um ambiente sil�ciooooooso, tranq�iiiiiiiiilo, caaaaaaalmo, sereeeeeno. Isso me irrita, e muito. � como estar diante de uma daquelas pessoas braquis. Voc� fala, fala, fala e o fulano d�rf! N�o reage nem se a gente pisar no calo, der um murro na boca do est�mago ou xingar a m�e do coitado. Sou taqui, inquieto, turbulento, excitado, agitado, desinquieto. Preciso de barulho e movimento pra viver, mesmo que seja na frente na tv. A� vem a Dulce Critelli, professora de filosofia da PUC-SP, escrever �Com os p�s do sil�ncio�. O texto come�a assim:

�O sil�ncio � uma clareira, uma luz sob a qual se pode refletir aquilo que antes vivia nas trevas. O espanto, o sil�ncio, a luz se unem para refletir (da� a reflex�o) o que e como as coisas s�o�


Clareira o c..........! C� acha que pode uma coisa dessas?

Uma seq��ncia de onomatop�ias em homenagem � sra Dulce Critelli:
tic tac vruummm buuummmmm fu������m u����� trimmmm grrrrrrrr sssssssss zzzzzzzzz atchim sa�de

E ainda acham que sou sossegado. Vai ver � verdade.

humpf!

turned off.

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]


<< Página inicial